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Comprei a revista quarta-feira passada (18/08/2010) mas não havia tido tempo para lê-la por completo durante a semana. Felizmente, em minha viagem para Leme tive algumas horas livres que utilizei para saborear e digerir a revista como se deve.

Na Notícias do Bardo temos uma interessante observação sobre o crossover de mídias, levando filmes, seriados e jogos a lançarem seus próprios RPGs, como Doctor Who, Dragon Age entre outros. Também são listados vários lançamentos como Mago: o Despertar, Dragon Age Brasileiro, M&M: DC Adventures e Warhammer Fantansy Roleplay. Para quem acompanha a blogosfera RPGística essa sessão acaba ficando meio defasada, tornando-a meio “inútil” para mim, mas certamente é útil e interessante para os RPGístas que ainda não aderiram a Web.

O Encontros Aleatórios é certamente a sessão mais nostálgica (e uma das mais divertidas) da revista, com os paladinos respondendo e-mails e tudo mais. Detalhe para o e-mail de um “jogador” de RPG que nunca conseguiu jogar e mesmo assim adora os livros sobre o assunto. Sei como é isso, já devorei muitos livros, cenários e sistemas que nunca consegui jogar, mesmo tendo muita vontade.

Temos o review de O Caçador de Apóstolos do já consagrado Leonel Caldela. Eu ainda não comprei o meu livro porque quero terminar de ler os três livros do Ciclo da Herança (Eragon e suas continuações manja?) antes de por as mãos no livro porque provavelmente iria desistir de ler os livros do Paolini quando começasse a ler o do Leonel. Também tem o review do A Cidade dos Ladrões, o livro-jogo parece ser muito interessante e a forma como o review foi escrito, simulando a leitura de livro-jogos me deixou bem fisgado. Por fim, a resenha do Mago: o Despertar. O Leonel tece uma teia de elogios ao livro, ressaltando as diferenças entre ele e sua versão do Antigo Mundo das Trevas. Alguns problemas sobre o livro são levantados durante a resenha, mas me surpreendi com a nota 4/6 aplicada ao livro, achei que pelo texto uma nota maior seria atribuída.

Na Toolbox e Mestre da Masmorra, as duas sessões da revista mais voltadas ao mestre, trouxeram alguns dicas e lembretes interessantes. Na primeira, o Leonel fala sobre algumas técnicas para ajudar a ter idéias e defende muito bem a sua posição sobre não existir “inspiração duvina”. Na segunda, o Gustavo fala sobre o climax de campanhas e aventuras, ele dá todo tipo de conselhos que todo mestre experiente já está meio careca de saber mas nem sempre consegue aplicar em suas campanhas. Essas duas sessões estão entre as minhas preferidas na revista, pois mesmo já sendo um mestre experiente, sempre é bom ouvir dicas e conselhos de outros mestres.

Em seguida temos a segunda e última parte da matéria sobre Allansia, onde são apresentadas regras para personagens conjuradores e a descrição da parte sul do continente. Também temos uma breve descrição dos deuses, um pequeno bestiário e algumas regras para itens mágicos. Eu particularmente não tenho interesse em jogar nesse cenário ou utilizar as regras, por isso a parte mecânica da matéria eu passei meio por cima sem dar muita atenção. Já a ambientação é interessante, pois é possível transportar algum plot ou local de Allansia para nosso cenário favorito ou mundo próprio.

Finalmente chegamos a matéria de capa. Eu nunca tinha ouvido falar em Kick-Ass até a divulgação da capa da DS30 há algumas semanas. Acabei baixando o filme e me apaixonei pela história e pelos personagens. A sessão é bem legal, trazendo um pequeno resumo da história da HQ, porém sem trazer spoilers, e uma adaptação para 3D&T e M&M para campanhas com super-heróis realísticos, além das fichas nestes mesmos sistemas para o Kick-Ass, Red Mist, Hit-Girl e Big-Dad (detalhe para a diagramação fantástica dessa sessão!). Como de costume, a matéria de capa acaba sendo a melhor parte da revista e me deixou morrendo de vontade de jogar uma campanha de super realística.

Temos uma cobertura sobre a RPGCon 2010 escrita pelo Leonel Caldela. Mesmo esse assunto sendo meio Last Week e eu já ter lido várias e várias coberturas sobre o evento em blogs, ter ouvido o podcast do Trevisan e ter assistido vários vídeos no YouTube, ler o texto estilo “Meu-Querido-Diário” do Leonel foi bastante divertido. Essa sessão me lembrou muito uma cobertura que o Dr. Careca fez de uma EIRPG numa Dragão Brasil antiga que eu acabei relendo e dando muitas risadas. Em 2011 pretendo ser um personagem da RPGCon e não um mero espectador como fui nessa.

O Chefe de Fase traz fichas para M&M do Homem de Ferro, Viúva Negra e Whiplash. Eu não curto muito Homem de Ferro, mas para quem gosta é um prato cheio.

Durante as Guerras Tauricas, a Gazeta do Reinado era a primeira sessão que eu lia quando comprava uma DS. Muitas vezes nem esperava chegar em casa para começar a ler meu período preferido! Com o fim da guerra, a Gazeta perdeu um pouco da importância, porém ainda trás várias idéias interessantes que podemos em nossas campanhas. As noticias que mais me chamaram a atenção foram sobre o surgimento de um herói “Príncipe do Cavalo Branco” que alguns acreditam ser Khalmyr; o inicio do que pode ser uma guerra civil em Doherimm entre os seguidores de Khalmyr e os seguidores de Tenebra (que eu estou utilizando na minha campanha atual!) e uma convocação urgente para que os elfos se reúnam em Valkaria, provavelmente vem alguma coisa grande daí.

Temos uma sessão sobre a Alta sociedade de Valkaria, provavelmente uma prévia do suplemento sobre a cidade de Valkaria. Achei a descrição da alta sociedade exagerada demais, irreal demais, high-fantasy demais. Também existe alguns talentos e a classe de prestigio Nobre de Valkaria que eu dificilmente permitirei em meus jogos, pois na minha opinião são meta-jogo demais, coisas que poderiam ser feitas com um bom roleplay. A melhor parte dessa sessão é a ilustração de abertura, o resto sinceramente eu não gostei.

No Fundo do Baú temos uma resenha de Birthright, um RPG bem diferente da antiga TSR. Nele você não é uma mero aventureiro e sim um rei, e, ao invés de explorar masmorras, acabava tendo que cuidar de suas terras, de forma semelhante a jogos de estratégia como Age of Empires. Eu achei a idéia excelente, e confesso que já tentei fazer isso em meus jogos.

Temos por fim a continuação da HQ Batismo de Gelo, que conta a história dos personagens do romance o Inimigo do Mundo do Leonel Caldela. Não sou muito fã dessa estética e fico meio perdido na leitura pois estou acostumado a ler mangas, mas os personagens carismáticos do Leonel fazem a HQ valer a pena.

Minha conclusão é que a revista está bem diversificada. Impossível que alguém não goste de pelo menos duas ou três sessões, mas provavelmente vai ter alguma parte da revista que não vai te agradar.

Olá pessoas, habitantes da vault 101 e mutantes radioativos de um futuro pós-apocalíptico retrô.

Vou falar um pouco sobre a franquia de games Fallout e fazer uns comentários sobre o trailer oficial do novíssimo Fallout New Vegas!

Fallout 3 é, com certeza, um dos meus jogos favoritos, pois trás vários elementos que eu adoro. Entre eles temos mundo pós-apocalíptico, possibilidade de interpretação e criação de personagens (RPG de verdade!), histórias e quets bem elaborados, gráficos excelentes e a oportunidade única de atirar em "coisas" ouvindo Frank Sinatra.

Os primeiros jogos da série (Fallout e Fallout 1) eram RPGs de turno com uma engine bem simples e com poucos recursos gráficos mesmo para a sua época. Entretanto apresentavam muitas possibilidades de interação com os personagens e itens, fazendo com que uma mesma situação pudesse ser resolvida de várias maneiras diferentes. Porém, com a falência da empresa que criará os jogos (Interplay), a série ficou congelada por muitos e muitos anos.

Até que num belo dia de sol, a Bethesda Softwoks (mesma criadora da série Elders Scrolls) resolveu comprar os direitos da franquia e fazer o Fallout 3. Para isto utilizou a engine (que na época era muito boa) de um de seus jogos mais recentes, o The Elders Scrolls IV: Oblivion.

O resultando foi quite impressive. A Bethesda manteve todos os elementos que fizeram de Fallout um ótimo e único jogo e o modernizaram drasticamente ao mesmo tempo. Ele se tornou um Adventure RPG com gráficos excelentes e com ainda mais possibilidades de interação!

E recentemente, para alegria de muitos, foi anunciado o próximo jogo da franquia: Fallout New Vegas!




Viu o vídeo? Não? Então veja! Pois o resto do post vai ser sobre o vídeo.

Bem, primeiro começamos a ver um robô bem retro remexendo na areia. Minha primeira reação ao ver isso foi gritar "Wall-Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!".


A segunda foi sentir vergonha por ter gritado Wall-E.

Isso nos passa a ideia de um mundo totalmente destruído e aos pedaços, igual aos demais jogos da série que se passavam na Califórnia e em Washington. Quando a câmera começa a se afastar do Wall-E retrô (se bem que o Wall-E também é meio retrô...), vemos que ele se encontra numa espécie de cemitério, vemos até uma mão incrivelmente em bom estado (não pergunte como isto é possível!) de um ser humano.

A câmera abre mais um pouco e vemos uma cidade... porém, diferente do que eu esperava, inteira! Toda iluminada e aparentemente pulsante. A primeira coisa que eu pensei é que de alguma forma os humanos de Vegas tivessem resistido melhor ao cataclísmica nuclear e tivessem reconstruído a cidade. Porém o quê nosso amigo Wall-E e as mãos bem conservadas faziam lá? Descubra no próximo episódio!?

Eu fui dormir com isso na cabeça, e hoje quando eu acordei, a resposta me veio como mágica!

"Deus cria os dinossauros. Deus destrói os dinossauros. Deus cria os homens. Os homens destroem o Deus. Os homens criam os robôs. Os homens se destroem numa guerra nuclear. E os robôs herdam a terra."


Os robôs sobreviveram! Se é que podemos dizer que robôs vivem. Eles enterraram os humanos mortos, reconstruirão a cidade e devem protege-la dos invasores. E como vocês perceberam, o personagem humano vestido com as roubas da Brotherhood of Steel, vem de fora da cidade, logo, para os robôs, ele É um invasor!

E tudo isso com músicas dos anos 60 ao fundo! Foda!

Bethesda maldita! Me deixou morrendo de vontade de jogar outra vez, vocês sempre conseguem. Agora vou ter que esperar até o Outono do hemisfério Norte (Primavera para nós tupiniquins) para poder jogar.

Bem, por hora é só, e tomem cuidado com os caras maus! (incluindo robôs e mutantes radioativos)

Olá novamente pessoas, coordinators, robos-sereias e qualquer outra bizarrice existente na era UC.

Hoje não vou postar um artigo inétido, mas sim transcrever um que eu havia escrito a algum tempo atrás no Forum da HikariAnimes.

Um aviso aos navegantes, este artigo é grande grande mesmo. Tipo assim, não acredito que eu escrevi ele inteiro numa bela manhã ensolarada de Maio, mas foi!

Bem, vamos logo para o texto original que ele já é grande e eu fazendo esta introdução aqui não irá torná-lo menor.

Introdução:

Mobile Suit Gundam, ou mais conhecido como Gundam, é uma série criada em 1979 por Yoshiyuki Tomino e pela Sunrise pelo pseudônimo de Hajime Yatate.

Gundam é uma série de grande importância pois mudou o conceito dos animes do gênero mecha. Antes de Gundam todas as séries que envolviam robôs gigantes os tratavam como máquinas invencíveis que eram usadas para enfrentar seres superiores ou alienígenas (vide por exemplo Nacional Kid, que apesar de não ser de mecha, tinha esta mentalidade). Gundam rompeu com este conceito, dando um lado mais humano aos animês de mecha, onde estas "incríveis máquinas" passaram a ser apenas equipamentos de certa forma descartáveis.

Hajime Yatate (Sunsire) e Yoshiyuki Tomino escreveram o roteiro para a primeira série, na qual imaginavam que o mundo acabaria por ser destruído pela própria arrogância humana. Pois guerrear com seres alienígenas, colocando sempre a ênfase nos super desenvolvidos "mechas" era quase um crime, pois - quem os criou? É óbvia a resposta - a inteligência humana, então seria quase um pecado colocar as vidas dos humanos nas mãos de robôs que seriam pilotados pelos mesmos humanos. As máquinas passando a ter um papel secundário, colocando em primeiro plano a emoção humana, sem censura e sem cortes.

Além disso, Gundam também tratava de uma ficção cientifica mais palpável (coisas que realmente podem acontecer num futuro não tão distante). Temas como colonização espacial, escassez de recursos naturais, engenharia genética (e segregação genética) são exemplos de temas tratados por esta série ao decorrer de sua longa história.

Tais características fizeram de Gundam um grandioso sucesso entre os animês, sendo o animê mais lucrativo da história com legiões de Fans por todo o mundo.

Universos de Gundam

Nem todas as séries de Gundam se passam no mesmo universo. Temos o universo principal (do primeiro Gundam, conhecido como UC) e alguns outros universos paralelos totalmente independentes (porém conservam parte das características do universo original). Neste tópico vou sitar os principais universos de Gundam e falar de suas séries mais importantes.

Os universos Gundam basicamente utilizam a forma de contar os anos (ou a era, como é comum dizer no Japão) para se diferenciarem. Por exemplo, em um dos universos ao invés de contarmos os anos como "DC" (depois de Cristo), eles utilizam "UC" que significa Universal Century.

Universal Century ou UC:

O planeta Terra evoluiu para uma situação de colonização do espaço realizada por grandes naves, na verdade colônias artificiais e auto-suficientes, vinculadas à Federação. Conflitos envolvendo as colonias lideradas pelo principado de Zeon e a federação da Terra geram uma grande guerra de alta tecnologia onde os mobile suites aparecem no campo de batalha como um super artefato de guerra.

Esta é o universo principal, mais antigo e mais bem detalhado e trabalhado de Gundam. Ele introduz o temas de colonização espacial (um dos elementos centrais de todos os Gundams) e inicia alguns "clichês" obrigatórios que todo Gundam deve possuir para ser considerado um Gundam (como por exemplo, um cara "mascarado").

Segue abaixo a linha do tempo deste universo de Gudam. Percebe que as histórias não foram lançadas de forma cronologias, tendo para um mesmo ano da era UC animês que foram lançados com décadas de diferença.

Linha do Tempo :
UC 0079 – Gundam / Gundam: The 08th MS Team / Gundam Hidden One Year War / Apocalypse 0079
UC 0080 – Gundam 0080 : A War in Pocket
UC 0083 – Gundam 0083 : Stardust Memory
UC 0087 – Zeta Gundam / Gundam Neo Experience 0087: Green Divers
UC 0088 – Gundam ZZ
UC 0093 – Char's CounterAttack
UC 0122 – Gundam F91
UC 0153 – Victory Gundam
UC 0223 – G-Saviour

A principal série deste universo é Gundam 0079 (ou também conhecido como Gundam First). Esta é a primeira série de Gundam lançada.

O ano é U.C. 0079 (Universal Century), e o humanidade que havia começado uma nova era (e consequentemente nova contagem de tempo) ao se expandir para o espaço, esta em guerra. Mais exatamente uma guerra entre a República Zeon e a Federação da Terra. E neste ambiente conturbado o jovem garoto Amuro Rei tem sua vida mudada para sempre ao acabar entrando acidentalmente na cabine de piloto da arma mais avançada da Federação: o RX-78-2 Gundam.



Além disso temos Zeta Gundam, considerado por muitos como a melhor série de Gundam de todos os tempos. Ela basicamente é uma continuação da primeira série que se passa cronologicamente alguns anos após seu fim na era UC.



Um fato interessante destas duas séries é que em uma você vê a história mais do lado da federação da Terra (como se eles fossem os mocinhos sendo atacados pelas colonias espaciais) e na outra você vê mais do lado das colonias. Apesar disso, em todas as séries não existem necessariamente mocinhos e bandidos, apenas protagonistas e antagonistas.

Outra série boa é Victory Gundam, que acontece num futuro muito distante do universo UC, mas não necessita de nenhum conhecimento dos Gundans antigos. A serie Gundam mais cruel de todas, apesar do personagem principal ser um menino.

A historia é bem interessante, conta sobre um menino empurrado para uma guerra de verdade, onde ele acaba perdendo ao longo da historia muitas pessoas queridas e sendo forçados a tomar atitudes que poucos adultos teriam coragem...



Existem várias outas séries, filmes, OVAs sobre este universo (inclusive alguns ovas em SD) e ele ainda não esta terminado pois volta e meia temos novos filmes e ovas da série clássica. Não vou detalhar mais pois o objetivo e mostrar um pouco de todos os universos e este universo em si daria um artigo separado.

Future Century ou FC:

Antes de descrever este universo, vamos a um fato importante que aconteceu no mundo real. Em 1994, a produtora original de Gundam, a Sunrise, foi comprada pela foi gigante Bandai. A Bandai tentou de todas as formas aumentar a lucratividade da série Gundam, entupindo as lojas de garage-kits, e "franquiando" a série Gundam. Ela subcontratou diversas equipes para produzirem os novos universos de Gundam, de certa forma, destinados a públicos alvos diferentes e de preferência com alta lucratividade.

Neste contexto, em 1994, é lançado o G Gundam, primeiro e única série deste universo FC.

G Gundam é uma piada. Toda a história de guerra entre colonias espaciais foi deixada de lado para dar espaço a um campeonato mundial de "lutas de mecha".

É algo assim, com a evolução da tecnologia, todos os países criaram colonias espaciais e adicionam o nome "neo" ao seu nome. Assim temos, neo-japão, neo-holanda, neo-frança entre outros. Estes neo-países desenvolvem cada um seu mobile suite (com características de cada pais, como por exemplo o Gundam-moinho da Holanda) para participar de um campeonato de luta de robôs na Terra.

Resultado: Um desastre muito lucrativo para a série Gundam. Os fans tradicionais dá série consideram este o pior Gundam da história, porém ele fez muito sucesso entre as crianças (de certa forma embalado pelo clima de copa de mundo que acontecia naquele ano). Duzias de garage-kits diferentes (um para cada país) foram postos a venda e a Bandai teve um lucro gigantesco.

Hora do Show de horrores:


Neo Sweden
Noble Gundam



Neo Spain
Toro Gundam



Neo Denmark
Mermaid Gundam


After Colony ou AC:

Continuando com a sua proposta de inovar (lucrar) com Gundam, em 1995, a Bandai lança Gundam Wing. Este universo conta com esta série, um ova e um filme.



Podemos observar uma grande inovação nos traços dos personagens, pois os séries da era UC tentavam manter o mesmo traço do Gundam original (que por ser antigo, é bem ruinzinho). Além disso temos uma forma diferente de tratar os personagens principais, enquanto no Gundam original tínhamos um personagem principal para cada lado da Guerra, neste Gundam temos quatro personagens principais com personalidades bem diferentes e isso só de um lado da guerra (certamente, aumentar o número de personagens e seus Gundams obriga os colecionadores a comprarem mais, o quê certamente teve muitos resultados).

A idéia desta série era conseguir atrair novos públicos para o mundo de gundam e manter o publico mais tradicional fiel. Entretanto, apesar de terem mudado o traço e um pouco o formato da série, a história foi muito mal elaborada.

Eles basicamente tentaram resumir mais de uma década de séries, OVAs e Filmes da era UC em apenas uma série. O resultado disso foi uma total falta de nexo e coerência nos episódios de Gundam Wing que acabou por afastar os tais novos públicos que eram buscados pois eles não entenderam nada da história.

Foi o primeiro Gundam que eu tive contato e provavelmente é o mais conhecido no Brasil pelo fato de ter sido dublado e exibido por aqui. Eu sinceramente não gostei muito, ficava meio perdido na história e tudo mais... talvez isso tenha acontecido pelo fato de eu ser meio criança quando eu vi este Gundam, talvez se eu visse agora eu gostasse mais.

After War ou AF:

Este é o universo de Gundam X lançando em 1996. Eu pessoalmente não sei muito sobre este universo mas ele certamente é meio diferente dos demais Gundams. Enquanto os demais Gundams se passam durante uma grande Guerra envolvendo mobiles suites, este Gundam se passa num cenário pós-guerra onde o população da Terra foi dizimada por guerras contra as colonias espaciais.




O garoto órfão Garrod Ran, de 15 anos, sobrevive vendendo peças de Mobile Suits. Um dia ele é contratado por um misterioso homem para resgatar uma garota, chamada Tiffa Adill, de um grupo de piratas conhecidos como "Vulture". Durante a jornada, ele encontra numa base abandonada da Federação Terrestre o GX-9900 Gundam X.

Esta história meio dissonante com o universo UC parece bastante interessante, vou procurar ver está série e darei minha opinião sobre ela depois.

Cosmic Era ou CE:

Este universo tinha uma missão difícil: criar novos fans para a série Gundam (porque os fans originais já estavam ficando velhos) e ainda assim agradar os fans mais tradicionais. Para conseguir isso a Bandai juntou vários elementos de outros animês de mechas para enriquecer mais este universo.

Por exemplo, temos uma personagem cantora (que é um dos elementos mais marcantes de Macross), uma capitã que é quase um clone da Misato Katsuragi de Evangelion (inclusive tem a mesma seiyu) e o desenhista é o mesmo de Fafner (que possuí um traço bem moderno).

Apesar destes novos elementos, neste universo tentou-se resgatar toda a história da primeira série do universo UC. O primeiro episódio de Gundam First e Gundam SEED são extremante parecidos e o rumo que a história leva muitas vezes é semelhante.

Um novo elemento interessante foi inserido na história também: a engenharia genética, fazendo com que Gundam novamente voltasse a tratar de temas atuais de sci-fi.

A história deste universo se baseia na crianção de super-humanos chamados de coordinators em laboratório. Estes coordinators eram mais rápidos, mais espertos e viviam mais que os seres humanos normais, tal fato culminou no surgimento de grupos extremistas que queriam a destruição destes "seres impuros".

Com isso os coordenators foram morar em colonias espaciais enquanto os humanos normais ficaram na Terra. Existia uma grande tensão diplomática entre os dois povos que tornou-se numa grande guerra por causa de um atentado terrorista realizado por um grupo extremista terrestre que lançou uma bomba nuclear numa colonia espacial coordinator.

Esta universo é composto pelas séries Gundam SEED (2002) e Gundam SEED Destiny (2004) e alguns OVAs.




Gundam SEED foi muito bem aceito pelo publico (tanto o novo, quanto o tradicional) pois contava a grande história da série original (Gundam First) com uma roupagem nova, atual e muito bem trabalhada.




Gundam SEED Destiny, por sua vez, reconta a história de Zeta Gundam (que era a continuação da série original). Entretando, Destiny não foi uma série tão aceito quanto SEED por diversos motivos, entre eles posso citar que os personagens principais de Destiny acabam sendo subistituídos pelos personagens de SEED no final da história e também pelo excesso de apelo emocional, clichês e uso de muitas cenas repetidas e mal acabadas. Apesar disso, Destiny ainda fez algum sucesso por ser a continuação de SEED (e reciclagem de Zeta), mais deixou muito a desejar.

After Christ ou AC:

Esta série se passa na nossa atual era (DC, depois de Cristo) no ano 2307. Ela retrata um mundo dominado por grandes potências mundias onde não existe mais combustíveis fósseis e a humanidade teve que procurar alternativas energéticas e a alternativa escolhida foi a energia solar.

Foi construído um imenso anel orbital ao redor da Terra para se capitar energia solar e gigantes elevadores espaciais foram construídos em alguns pontos do mundo trazer esta energia até a Terra. Os países que detém estes elevadores, controlam o mundo.

Mas, como dizem, "War, war never changes". A humanidade continua mesquinha e muitos povos mais fracos são massacrados por povos mais fortes. Existem guerras, terrorismo, ditadores, conflitos religiosos e tudo que nos conhecemos bem do nosso atual mundo.

Neste cenário surge uma organização chamada Celestiam Being que pretende fazer intervenções armadas para acabar com as guerras e tentar obter uma paz duradoura.

Este universo é composto unicamente (até agora) por Gundam 00.

Este Gundam é certamente bem diferente dos demais Gundams, pois as colonias espaciais não são importantes e desta vez temos uma organização que tenta acabar com a Guerra, e não apenas dois exércitos guerriando.

Temos novamente o uso de múltiplos personagens cada um com Gundam e personalidade diferente que certamente proporcionou um grande lucro em venda de garage-kits.

A história em si é muito boa e muito original. Chego a dizer que este animê nem precisava ser chamado de Gundam. Além disso, o traço, animação e trilha sonora são excelentes fazendo deste, um excelente animê.




Esta animê tem uma forte relação com Code Geass, pois ambos foram exibidos meio que alternadamente pela Sunrise. Eles foram divididos em duas temporadas. Primeiro passou a primeira temporada de Code Geass, depois a primeira temporada de Gundam 00, depois tivemos a segundam temporada de Code Geass e por fim a segunda temporada de Gundam 00.

Temos em Gundam 00 alguns personagens inspirados nos personagens de Code Geass que ressalta ainda mais essa relação entre os animês.

Evolução das Aberturas:

Abertura do Gundam First (1979)


Abertura do Zeta Gundam (1985)


Abertura do Gundam Wing (1995)


Abertura do Gundam 00 (2007)


Fontes:


Olá pessoas, visitantes de outros planetas e coelhos assassinos do mal.

Cá estou eu outra vez para fazer o primeiro post com conteúdo do blog. Vou falar sobre um dos melhores animês (na minha modesta opinião) desta temporada: Durarara!!

Dizem que uma imagem diz mais que muitas palavras, e é consenso geral que um vídeo no youtube diz mais que muitas imagens quanto o assunto é ter um feeling de um animê. Sendo assim, dêem uma olhada na abertura do animê antes de continuarmos.



E ai, viu o vídeo? O quê! Não viu? Então trate de ver o vídeo mocinho, e coma todos os seus vegetais!

Depois de ver o vídeo, muitas perguntas podem vir a sua cabeça. Como por exemplo: "Onde eu posso baixar esta música? Ela é muito phoda *o*", ou "Por que aparecem tantos personagens?", ou "Por que aquela motoqueira tem um capacete amarelo com orelhas de gato?" e também "Onde eu compro um capacete destes!?" e por fim (e não menos importante) "Onde vou almoçar hoje?".

Infelizmente, as duas últimas perguntas não serei capaz de responder. As outras, vou tentar respondem no decorrer do post.

Bem, Durarara!! É um animê que se passa na cidade de Tokyo. Nele vemos a cidade como um moderna, agitada e misteriosa metrópole. Achei muito interessante a maneira como eles apresentam a cidade e os personagens no primeiro episódio, pois o animê começa com a história de um garoto do interior do Japão (Ryugami Mikado) que se muda para Tokyo para cursar o ensino médio.

Seu amigo de infância (Kida Masaomi) que residia em Tokyo a algum tempo o recebe na estação de metro e se encarrega de apresentar-lhe a cidade. Todos os outros personagens do animê acabam aparecendo e alguns sendo apresentados neste primeiro episódio durante o passeio de Mikado e Masaomi pela cidade.

O primeiro episódio levá-nos a pensar que a história é sobre Mikado, porém não é. O animê contém várias histórias que se desenrolam paralelamente e se interrelacionam (ou não). Basicamente, é como estar lendo um livro de pequenos contos, todos num mesmo cenário urbano deslumbrantemente vivo.

Isto talvez explique a pergunta 2. São mostrados tantos personagens na abertura, porque o animê possui muitas histórias diferentes que acontecem ao mesmo tempo, envolvendo vários personagens.

Quanto a motoqueira (sim, é uma mulher!) de capacete amarelo, ela é provavelmente o personagem mais misterioso do animê até agora. Ela não é humana, é uma criatura do folclore irlandês conhecida como Dullahan (Em Japonês Durahan, provavelmente de onde o nome do animê deriva), uma espécie de cavaleiro sem cabeça que veio até o Japão procurar sua cabeça perdida.

Para não dar na cara que era uma criatura do folclore irlandês sem cabeça, Certy Sturluson (nome bem irlandês, não acha?) trocou seu cavalo por uma moto e usa um capacete amarelo com orelhas de gato. Agora o porquê dela ter escolhido algo tão chamativo, eu não sei. Mas que ficou muito foda ficou!

Além da história do Mikado e da Certy, temos também uma trama envolvendo gangs da cidade e outra trama envolvendo uns personagens otakus. Pelo menos até agora são estas as micro-histórias do animê.

Em outras palavras, é um animê bem diferente do que costumamos ver por ai. Sem clichés e com muita comédia e ação! Um prato cheio!

Até agora só saíram quatro episódios. Todos muito bons e interessantes!

Bem, acho que este post termina aqui! Tenham todos uma ótima tarde e tomem cuidado com os caras maus.

PS.: Sobre a pergunta 1, procurem por Uragiri no Yuuyake no google, ou no gendou.

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