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Olá malfeitores, combatentes do crime e atendentes de telemarketing profissionais.

Cá estou eu com mais um post da série Personagem e, como tem sido comum nos últimos posts, este personagem também é de um dos jogadores que estão jogando uma das minhas campanhas.

Desta vez os créditos pelo personagem vão para @brunokita.

Fiquem agora com a personagem!

Schala
Caótica Bondosa Meia-Elfa Guerreira de Namalkah

Filha dos lendários guerreiros Kÿllîkå (meio-elfa guerreira nascida em Vectora) e Parn (humano guerreiro cujo cavalo nascera em Namalkah e fora lhe dado pelo próprio Rei de Namalkah como prêmio por sua coragem e lealdade), Schala nasceu em Namalkah pouco tempo depois de seus pais retornaram de uma grande aventura e estabeleceram laços de amizade com os moradores desse reino, o que fora fácil, visto que Parn cavalgava um cavalo Namalkah dado-lhe pelo próprio rei.

Aos seis anos, como é costume em Namalkah, Schala ganhou Valente, seu fiel cavalo e mais querido amigo. Desde muito pequena seus pais já lhe ensinavam a cavalgar e as artes do combate. Com sua habilidade nata no manuseio da lança, Schala sempre se destacou em todos os torneios e justa em que participou. Das vezes em que viajava para Valkaria com seus pais, a jovem meio-elfa sempre admirou os gladiadores. Possuía uma admiração ainda maior por Loriane, a mais bela e habilidosa gladiadora da Arena imperial de Valkaria, que com uma única mão era capaz de empunhar uma lança e derrubava enormes oponentes com facilidade.

Certo dia, quando retornavam de mais uma viagem à Valkaria, terríveis seres cercaram a carruagem onde estavam Schala e seus pais. Esses seres cheiravam à putridão e enxofre, emanavam uma área maligna e falavam uma língua muito estranha e desconhecida. Estavam fortemente armados com as mais diversas e macabras armas e armaduras e aparentavam estar ali para capturar Parn, o pai de Schala.

Num primeiro momento os seres malignos atacaram e destruíram a carruagem, porém graças às habilidades afiadas de Kÿllîkå e Parn, Schala e seus pais conseguem sobreviver a esta primeira investida. Visto que a única maneira de escaparem com vida seria lutando, a família resolve combater os seres malignos. No entanto, os seres eram muito mais fortes e números do que Schala e seus pais e, após uma difícil e demorada batalha, os três se vêem exaustos e resolvem tentar uma fuga, porém sem sucesso.

Os seres malignos conseguem cercá-los novamente e conjuram uma poderosa magia que aprisiona Parn em uma espécie de jaula mágica. Feito isso os seres abrem um enorme portal vermelho com detalhes cadavéricos e que exalava uma inebriante fumaça cinzenta. Tal portal atraía a jaula de Parn para seu interior. Desesperada para salvar seu marido, Kÿllîkå salta em direção do portal e é tragada para dentro, juntamente com os seres demoníacos e Parn.

Após presenciar todos esses fatos, Schala se vê sozinha no meio da floresta. Anoiteceu e uma violenta chuva começou a cair. Ainda de joelhos e atônita com toda a situação, a jovem meia-elfa é atacada de súbito por um urso gigante, no entanto, numa fração de segundos o urso é atingido por uma veloz lamina que despeja uma rajada de trovões sobre o animal. A origem do poderoso golpe era uma guerreira que estava há alguns metros do Schala e, montada sobre um imponente cavalo marrom-caramelo, que havia sido atraído pelo cheiro e pelo barulho das criaturas malignas. Seu nome era Angeline, líder do primeiro batalhão de cavaleiros de Namalkah.

Após contar todos os acontecimentos durante o caminho de volta a Namalkah para Angeline, esta aconselha Schala a permanecer no reino enquanto os cavaleiros de Namalkah investigavam o caso. No entanto, Schala se recusa e decide seguir os cavaleiros, uma vez que ela queria ajudar a encontrar e salvar seus amados pais. Angeline, mesmo entendendo a motivação de Schala, impede que a jovem saia do reino.

Certa noite, Schala consegue despistar os guardas responsáveis por sua segurança e foge de Namalkah. Ela assobiou com os dois dedos para que seu fiel cavalo branco, Valente, surgisse do meio da floresta e, montada sobre seu cavalo e empunhando uma lança com uma pequena trouxa às costas, Schala parte em uma jornada buscando encontrar e salvar seus pais dos misteriosos e malignos seres.

Dicas de Role Play: Apesar das sombrias motivações por trás de sua jornada pelo mundo, Schala é uma pessoa animada e que sempre tenta ajudar a todos da melhor maneira possível. A única coisa que pode realmente ofender Schala é alguém falar mal ou tratar mal seu ou qualquer outro cavalo. Para isso, não tem perdão!

Ficha de Personagem: PDF

Olá pessoas, maquinas de guerra futurísticas e peixes.

Aqui mais um post da série personagem. Este personagem é de um dos jogadores que joga a Campanha Valkária: O recomeço e a história foi desenvolvida por ele. Logo, os créditos vão pra ele: Raul.


Arthur Seludiam
Caótico Bondoso
Elfo Mago de Lenórienn

Em tempos remotos, quando a grande Cidade-Estado Élfina Lenórienn ainda estava no auge de sua Glória, nascia um pequeno elfo chamado Arthur.

Sua mãe, Verdelë, era uma grande arquimaga que lecionava magia na Academia de Seludian em Lenórienn. Seu pai, Nírasolmo, era um exímio arqueiro e oficial de alta patente do exercito de Lenórienn.

Talentoso, Arthur já aprendia as artes arcanas com sua mãe desde muito pequeno. Também aprendera a manejar um arco com seu pai, apesar de não ser tão habilidoso com armas quanto era com magia.

Durante o ataque da Aliança Negra liderado por Thwor Ironfist a Lenórienn, Arthur viu seu pai lutar até a morte com hordas e hordas de bugbears para proteger a ele e a sua mãe. Após matar mais de cem inimigos, o bravo Nírasolmo, acabou sendo dilacerado pelas laminas inimigas. Sua mãe Verdelë se sacrificou utilizando todos os seus poderes arcanos para teletransportar seu filho até a casa de sua irmã que era distante da Lenórienn após ver seu marido morrer.

Ao chegar na casa de seus tios em estado de choque, Arthur mal pode contá-los sobre o massacre que acontecia em Lenórienn. Sabendo das terríveis noticias, seus tios e vários outros elfos acabaram fugindo em direção a Arton Norte, acabando por encontrar um novo lar na cidade de Valkária, fundando o Bairro Élfico.

Arthur foi aceito como aluno na Grande Academia Arcana de Valkaria, terminou seus estudos em magia e história geral do mundo. Foi também na Academia Arcana que ele descobriu a profecia que anunciava o nascimento de Thwor Ironfist.

“Quando a sombra da morte passar
pelo globo da luz
Trazendo ironicamente a vida que trará a morte
Terá surgido o emissário da dor
O arauto da destruição
Seu nome será cantado por uns
E amaldiçoado por outros
O sangue tingirá os campos de vermelho
Um rei partirá sua coroa em dois
E a guerra tomará a tudo e todos
Até que a sombra da morte complete seu ciclo
E a flecha de fogo seja disparada
Rompendo o coração das trevas”


Com o coração fervendo de ódio, Arthur jurou que iria dedicar sua vida a encontrar a “Flecha de Fogo”, capaz de matar o general bugbear, seja ela um item mágico, uma magia lendária ou uma criatura e assim se vingar das vis criaturas que destruíram sua cidade natal e sua família.

Mesmo possuindo casa em Valkária no bairro élfico, Arthur nunca se sentiu em casa depois que Lenórienn foi destruída e atualmente se juntou a um grupo de aventureiros para poder viajar pelo mundo para aliviar a sensação de vazio de não pertencer a nenhum lugar e também para encontrar pistas do que seja a “Flecha de Fogo” e realizar a sua tão sonhada vingança.

Dicas de RolePlay: Arthur é bastante reservado e solene. Não gosta de falar sobre seu passado com qualquer um, apenas divide seu passado com os mais intimos. Ele também possui um ódio enorme por bugbears e outras espécies de Goblins. Arthur sempre fica pesaroso e nostalgico quando ouve falar sobre Lenórienn ou qualquer outra coisa relacionada ao passado dos elfos.

Ficha de Personagem: PDF

Olá mais uma vez caros ouvintes, telespectadores e leitores.

Vocês já devem estar com raiva de mim, afinal este é meu terceiro poste hoje. Provavelmente estão pensando que eu não tenho mais nada interessante para fazer na minha vida e por isso fico escrevendo isso, aquilo e aquilo lá.

Sim, vocês estão certos.

Todavia, o conteúdo principal deste poste não foi escrito por mim, e sim por um amigo meu, Ronye que pode ser contatado pelo seu e-mai.: ronye_guima@globo.com.

Este personagem, Brutus Magnus, é o personagem dele em uma campanha que estamos jogando (Valkária, o recomeço) que pode ser acompanhada aqui neste mesmo blog, É claro que na campanha o personagem dele é um Anão Guerreiro Nível 5 com atributos melhores dos que os que eu geralmente utilizo na série Personagem. Logo, o personagem Mostrado aqui é CONSIDERAVELMENTE mais fraco do que o original que esta sendo usado na campanha.

Agora sem mais delongas,


Brutos Magnus
(Leal Neutro)
Anão Guerreiro de Zakharov


Brutus Magnus é como todo anão deve ser: baixa estatura, corpo robusto, apaixonado por cerveja e habilidoso na forja. Mas sua história de vida é muito mais trágica do que ele mesmo deixa transparecer.

Antes mesmo de nascer sua família se mudou de Doherimm para Zakharov e seu pai, um mestre ferreiro, abriu uma ferraria na capital do reino, a cidade de Zakharin.

Os anos se passaram, Brutos nasceu e desde muito cedo começou a aprender as técnicas de ferraria com seu pai e também noções básicas de combate corpo a corpo. Em seus treinos ele utilizava uma arma que fora forjada por seu próprio pai, o machado Razor, que lhe foi dado de presente, como é um costume em Zakharov.

A vida tranqüila de Brutus, porém, estava chegando ao fim. Certa noite enquanto dormia ouviu barulhos na ferreira e foi até lá para ver o que estava acontecendo. Para sua surpresa, seu pai e um sujeito encapuzado estavam conversando, o que era estranhou, pois seu pai não costumava atender clientes naquela hora da noite. Apesar de encapuzado, ele notou que o cliente noturno tinha a mesma altura de seu pai, logo deveria ser um anão também.

Após vários minutos de conversa, com o visitante visivelmente irritado, acontece o inesperado: Seu pai saca seu machado e avança sobre o visitante. Os barulhos do combate atraem os demais moradores da casa e os capangas do anão encapuzado que se juntam a ele numa sangrenta e desigual batalha.

Infelizmente as habilidades marciais do velho mestre ferreiro não eram suficientes para derrotar seus inimigos e, o pai de Brutos e toda a sua família são impiedosamente assassinados.

Antes de deixar a ferraria, o líder dos assassinos pega uma caixa forjada com puro aço pelo pai de Brutus e a abre com seus próprios punhos como se fosse feita de papiro, removendo um objeto dos destroços da caixa.

A única coisa que Brutus conseguiu discernir, no estado de choque em que se encontrava, foi um pergaminho na mão esquerda daquele que matará toda sua família contendo um desenho, além de seus olhos que brilhavam, mas com uma espécie de luz negra que sugava toda a luz vinda das velas e das estrelas da noite.

Ainda naquela noite, depois de retirar os corpos de seus parentes da ferraria, Brutus cairá em um profundo e perturbador sono devido ao extremo esforço físico e mental pelo qual passara. Enquanto dormia teve um sonho, nele dois seres vinham ao seu encontro, um deles pedia para que ele vingasse sua família, caçando e matando aqueles que haviam destruído sua vida e que nada poderia deté-lo nesta missão. O outro ser lhe disse que deveria seguir seu coração e que desse modo ele descobriria seu caminho.

Na manhã seguinte Brutus deixou a ferraria a cargo de um velho conhecido de seu pai e saiu, somente levando seu fiel machado Razor, em busca de aprimorar suas habilidades e encontrar sua vingança ou talvez levar justiça à seus entes queridos.

Atualmente continua em sua jornada em busca de aprimorar suas habilidades para que no dia que encontrar seu inimigo possa vencê-lo sem dificuldade. Para isto ele se uniu a um grupo de aventureiros que conheceu a durante suas viagens.

Viajando com eles ele espera encontrar seu grande inimigo além de, é claro, sua redenção.


Dicas de Roleplay: Brutus é muito fechado e não gosta de falar de sua trágica história com ninguém. Apesar de sua aparência sisuda, até mesmo Brutus pode se tornar mais amistoso com as pessoas depois de esmagarem algumas cabeças de orc e beberem juntos algumas vezes. Apesar de ser um exímio guerreiro, Brutus sempre subestima sua capacidade de luta pois acredita que não causa muito estrago em seus inimigos. Por outro lado, Brutus tenta proteger ao máximo seus aliados se lançando na linha de frente do combate com seu escudo e armadura pesada para impedir perder companheiros como aconteceu com a sua família.

Ficha de Personagem: PDF


Drasllina Lorenevyth (Neutra)
Druida de Allihanna Elfa de Samburdia

Nem todos os elfos apreciavam o estilo de vida refinado da antiga e gloriosa cidade de Lenórien. Alguns preferiam viver em contato direto com a natureza, longe dos demais elfos e próximos a Allihanna e suas criações.

Apesar de nunca tê-la conhecido, a mãe de Drasllina pertencia ao segundo grupo. Quando ficou grávida de Drasllina viajou por todo continente de Arton Norte e Sul até chegar na floresta de Greenária, no reino de Sambúrdia.

Lá deu a luz a Drasllina com a ajuda de algumas druidas de Alihanna locais. Ficou por lá apenas tempo suficiente para Drasllina ser desmanada e batizada e, até onde se sabe, voltou Lenórien. Drasllina nunca soube o nome de sua mãe nem mais ouviu falar dela ou se ainda esta viva, porém depois da destruição de Lenórien achava muito pouco provável que estivesse.

Drasllina fora criada pelas druidas que ajudaram-na a nascer, aprendendo a respeitar a natureza e a grande mãe ao mesmo tempo em que aprendia a falar, acabando também por se tornar um druida.

Aos seus 50 anos élficos, a última das druidas que cuidara dela e ainda estava viva fora levada para junto da Deusa e Drasllina ficou sem nenhuma companhia humana ou semi-humana. Não que isto fosse um problema para druidas, pois sabendo falar através da voz de Allihanna com os animais, Drasllina nunca se sentiu sozinha além de nunca ter sentido necessidade de qualquer coisa, pois a grande mãe, através da floresta, provia tudo que ela necessitava.

Muitos anos mais tarde encontrou um filhote de Roc, uma especie de água gigante, machucada e a beira de morte, pois havia caído de seu ninho e fora atacada por lobos. Drasllina espantou os lobos e através dos poderes de cura da grande Mãe fechou as feridas do filhote de Roc. Dalí em diante, o filhote passou a seguí-la, acabando por receber o nome de Dress e se tornar o companheira inseparável de Drasllina.

Drasllina nunca tivera muito contanto com o mundo civilizado, a não ser eventuais caçadores e grupos de aventureiros que se embrenhavam nas profundezas de Greenária. Em um destes encontros, Drasllina salvou um grupo de aventureiros de um ataque um urso cinzento. Como agradecimento o clérigo de Thyathis, deus das profecias, do grupo usou seus dons divinos para descobrir que a mãe de Drasllina ainda estava viva, porém estava numa situação muito perigosa e precisava da ajuda de sua filha.

Alguns dias depois Drasllina partiu da floresta de Greenária e foi até as vilas próximas para iniciar sua grande aventura para encontrar e salvar sua mãe. Mas é claro que, uma vez que se põe o pé na estrada por qualquer motivo que seja, não sabemos onde vamos parar ou que desafios, aventuras e companheiros iremos encontrar pelo caminho.

Dicas de Roleplay: Drasllina é seria. Não gosta (ou melhor, não entende direito) brincadeiras ou piadas. Ela não confia muito em pessoas civilizadas e sempre prefere a companhia de animais a pessoas comuns, se sentindo extremamente desconfortável em cidades grandes ou em multidões.

Ficha de Personagem:
PDF

Olá a todos os visitantes esperados e inesperados deste blog.

Ontem eu havia prometido pelo twitter que iria que ter dois postes novos aqui no blog, porém não fui capaz de cumprir minha promessa pois fiquei a noite toda desde que cheguei em casa até a hora em que fui dormir assistindo Fullmetal Alchemist: Brotherhood.

O animê em si está muito bom, mas sei lá, na parte onde eu cheguei teve um anti-climax meio desanimador. De qualquer, pretendo continuar assistindo hoje mais tarde. Talvez saia um post no final da série comparando as duas versões do animê (se bem que eu não sou a pessoa mais indicada para fazer isso, acho).

Agora fiquem com mais um personagem, desta vez uma clériga humana. Vou tentar trazer uma druida ainda hoje!

Stay tuned!

Jannie Lionheart (Caótica/Bondosa)
Clériga de Valkária - Deheon

Nascida e criada na cidade de Valkária, desde de muito pequena já decidira que queria se tornar uma aventureira quando crescesse.

Filha de dois ex-aventureiros que ,depois de juntar uma fortuna considerável em seus dias explorados masmorras, decidiram levar o resto de suas vidas pacificamente na cidade de Valkária.

Aos oito anos de idade entrou para a Brigada de Valkária, um grupo de escoteiros apadroados pela ordem de Valkária que recruta crianças para testar suas habilidades e iniciarem suas aventuras já cedo.

Após se destacar como escoteira da Brigada, acabou sendo convidada pela clériga de Valkária responsável pela Brigada a se tornar uma noviça da ordem de Valkária. Apesar de seu pai não ter gostado muito da ideia a principio (pois preferia que a garota se torna-se uma guerreira como ele fora e não uma clériga papa-hóstias), Jannie acabou aceitando.

Quando completou 16 anos, após anos de árduo treinamento com armas, magias divinas e estudando teologia e história, conseguiu atingir o status de clériga e ganhando a permissão (na verdade obrigação sacerdotal) de se juntar a um grupo de aventureiro e espalhar a fé e os dogmas de Valkária pelo mundo.

Sua relação com seus pais é boa, apesar de ainda existir um certo ressentimento por parte de seu pai por ela ter decidido se tornar clériga. Porém, graças a pequena fortuna possuída por seus pais, ela pode começar sua carreira de aventureira melhor equipada que a maioria dos aventureiros.

Seu maior desejo é, além de mostrar para seu pai como clérigos são incríveis, superar os feitos realizados por seus pais enquanto aventureiros e, diferente deles, jamais se acomodar com uma vida tranquila e continuar para todo o sempre enfrentando monstros e encontrando tesouros em nome de Valkária.

Dicas de Roleplay: Jannie é uma garota muito agitada, enérgica e otimista. Sempre tenta ver o lado bom das coisas e nunca desisti de nada por mais difícil ou complicada que sua realização seja. Ela adora frases de efeito e adora motivar seus companheiros. Ela também tende a considerar guerreiros homens como “brutos desmiolados machões”, o que pode gerar alguns conflitos com seus companheiros.

Ficha de Personagem: PDF (atendendo a pedidos xD).

Fallyrion Dunegrién (Neutro/Bondoso)
Elfo Bardo
Fortuna


“Eu serei um lendário guerreiro élfico!”, ele dizia – e todos concordavam.

Afinal, ele não era qualquer um. Era Springtooth Dunegrién, meu irmão mais velho.

Aos 42 anos élficos (14 anos humanos) já era mais forte, rápido e inteligente que todos os garotos de nossa aldeia, e que alguns também adultos.

Isto era bom, pois fazia os supersticiosos humanos locais acreditaram que nós, elfos, éramos muitos superiores a eles tanto físico quanto mentalmente. O que não era exatamente verdade.

Meu irmão era especial até mesmo entre os elfos. Meus pais diziam que nunca haviam conhecido um garoto élfico em Lenórienn tão capaz quanto Sprin.

Meus pais nasceram em Lenórienn, a gloriosa cidade ancestral dos elfos de Arton. A mais bela cidade já construída fora dos planos dos deuses. Todos devem saber que ela fora tomada pela Aliança Negra e agora é o pior lugar para se estar em Arton, fora as áreas de tormenta. Mas antes, era um paraíso sobre a terra.

Há mais de cem anos, antes mesmo de meu irmão e eu nascermos ou da cidade cair, meus pais se mudaram de lá e vieram para Arton Norte tentar uma vida nova entre os humanos. O motivo de terem deixando Lenórienn para trás, nunca me contaram.

Naquela época não existiam muitos elfos vivendo em cidades humanas, mas não havia preconceito, e sim certa admiração, pois naquela época ainda achavam que todos os elfos eram poderosos magos. O que não é verdade também.

Meus pais, por exemplo, jamais utilizaram uma magia sequer em toda as suas longas vidas. Já meu irmão, com 45 anos élficos (15 anos humanos) já conseguia fazer os mesmos truques que a maioria dos alunos da Grande Academia Arcana de Valkária demorava meses e meses para aprender.

Nossa vida era tranquila. Meu pai, Winteríen, era um exímio ferreiro e, por ser elfo, podia cobrar mais caro sem medo de que os humanos reclamassem. Afinal, tudo feito pelos elfos é mais valioso.

Já minha mãe cuidava de uma horta e de um jardim de ervas e flores élficas trazidas de Lenórienn. Ela as vezes vendia alguma flor para as mulheres ricas da vila se exibirem para mulheres ricas de outras vilas, mas no geral, plantava apenas por paixão ao oficio e as flores, não para o comercio. Seu nome era Summerellas.

Eu vivia a sombra de meu irmão. Participava de todas as aventuras de criança dele pelos vales e montanhas de Fortuna. Não possuía nem de longe a habilidade de escalar, nadar, encontrar trilhas ou lutar que meu irmão possuía, mas em uma coisa eu era bom. Conseguia convencer qualquer pessoa facilmente.

Quando meu irmão completou seus 54 anos, atingindo a maioridade élfica, descobri meu segundo e mais caro talento: a música.

Compus uma balada narrando todas as aventuras de criança que meu irmão tivera, em élfico, e a cantei para ele em sua festa de aniversário. A balada terminava mais ou menos assim, em valkar:


“E assim a muda cresceu, tornou-se árvore.
E a casca engrossou, e os galhos brotaram.
O vento que passará por entre seus galhos soprarão como música
Cantando os feitos passados e futuros da mais vistosa
Árvore plantada por Glórienn.”


A festa de aniversário foi fantástica, pelo que me lembro. Minha mãe preparara bolos e doces élficos e meu pai havia forjado uma espada de Prata Alquímica para meu irmão. Era seu presente de aniversário.

Todos estavam felizes e sorridentes. Meu irmão em breve iria se juntar a algum grupo de aventureiros e viajar pelo mundo. Todos nós tínhamos absoluta certeza que um dia ele seria tão conhecido e importante como o próprio Talude ou Vectórios.

Meu irmão morreu três semanas depois. Assassinado.

Nunca consegui superar.

Meus pais me mandaram para Nimbaran estudar em um grande conservatório. Me tornei bardo e conheci outros aventureiros. Pessoas com talentos como os de meu irmão. Apesar de nenhum ser tão habilidoso quanto ele era. Acabei me unindo a eles para viajar pelo mundo.

Hoje em dia não sou uma pessoa especialmente triste ou deprimida. Na verdade sou animado e cativante a maior parte do tempo. O tipo de pessoa que certamente se faz passar percebido em qualquer lugar, como todo bom bardo deve ser.

Como na época de criança, eu não sou tão forte, rápido ou habilidoso nas artes arcanas quanto meus colegas aventureiros. Mas compenso com meus conhecimentos e habilidades de persuasão. Além disso, minha musica nos da coragem para superar qualquer desafio e realizar qualquer proeza.

O que meus companheiros não sabem, é que cada verso que eu canto é um eco dos feitos heróicos que meu irmão jamais realizará.

Dicas de Role Play: Fallyrion é um bardo. É bastante amistoso e apassivador, sempre tenta resolver todos os problemas apenas com conversas, sua habilidade mais forte. O ideal é o jogador sempre fazer comentários inteligentes ou sarcásticos sobre tudo, sem deixar os demais personagens perceberem se o personagem esta falando sério ou apenas fazendo uma piada. Fallyrion gosta de a cantar baladas sobre grandes feitos heróicos que não foram realizados, principalmente em tavernas. Estas baladas são sempre grandiosas e épicas

Ficha de Personagem: Arquivo do Excel

Ilustração: @neohikaru

Olá pessoas, lideres de ginásio Pokémon e fabricantes de papel higiênico personalizado.

Vou começar agora mais uma série de posts sobre RPG no meu blog. O nome desta série é "Personagens". A idéia é apresentar vários personagens prontos (com história, dicas de interpretação e ficha de personagem nível 1) que podem ser utilizados em suas aventuras de RPG.

Criar seu próprio personagem certamente é uma das partes mais divertidas de se jogar RPG, entretanto também pode ser uma tarefa hercúlea para jogadores inexperientes ou indecisos. Minha idéia é criar uma espécie de "banco de personagens" prontinhos para serem jogados, assim um jogador inexperiente só vai precisar procurar por um personagem com o qual queira jogar ou pegar a idéia destes personagens e criar o seu próprio (o que é ainda mais legal!).

Vou tentar publicar um personagem por semana pelo menos (mas acredito que vamos ter mais que isso pelo menos no começo, enquanto eu estiver empolgado...).

As regras usadas são as disponíveis no SRD do Pathfinder (ou no Tormenta: Guia do Viajante, em alguns casos) e o cenário de campanha que servirá de background para os personagens é Tormenta cronologicamente anterior ao romance “O crânio e o Corvo”.

Fiquem agora com nosso primeiro personagem pronto!




Murdor (Caótico/Neutro)
Bárbaro Minotauro
Montanhas Uivantes


Murdor foi encontrado ainda filhote pelo seu pai adotivo Urdor no meio de um acampamento de minotauros nas Montanhas Uivantes. Urdor havia saído para caçar e acabou encontrando um acampamento abandonado com rastros e pegadas de minotauros por toda a parte. Quando estava quase indo embora do local, Urdor ouviu o choro de um bebê. Investigando um pouco, descobriu que este choro era de um bebê minotauro.

O bebê não estava ferido, apenas estava faminto. Provavelmente o grupo de minotauros que havia armado o acampamento o havia esquecido. Urdor então alimentou o bebê-minotauro com leite de mamute (gillikin) e cuidou dele por alguns dias esperando os minotauros voltarem para que ele pudesse deixar o bebê em segurança e continuar sua caçada.

Porém o grupo de minotauros nunca apareceu. Depois de duas semanas, Urdor resolveu ir embora e levar o pequeno minotauro, a quem deu o nome de Murdor, o mesmo nome de seu pai

Murdor cresceu no ambiente hostil das Montanhas Uivantes em uma pequena aldeia de esquimós caçadores. Aprendendo a caçar, lutar, rastrear e a sobreviver no frio impiedoso com Urdor e, aos 12 anos de idade já era melhor que Urdor em todas estas atividades, além de ser muito mais forte que qualquer criança da aldeia. Aos 14 matou seu primeiro mamute, que é considerado um ritual de passagem pelos bárbaros das Montanhas Uivantes, onde um menino se torna um homem.

Mesmo vivendo sua tranqüila vida de esquimó, Murdor sempre quis saber quem eram seus país e o porque deles o terem abandonado para a morte. Ele sempre foi muito grato por Murdor, porém sempre soube que era muito melhor e mais forte que todos os moradores da vila, e que um dia teria que se mudar de lá se quisesse explorar todas as suas capacidades.

Quando completou os 20 anos, Murdor resolveu conhecer o mundo e talvez descobrir mais sobre suas origens e principalmente, se aventurar. Viajou então até a aldeia de Giluk, maior aldeia das Montanhas Uivantes. Lá encontrou um grupo de aventureiros que estava de passagem.

Murdor então resolveu se unir a eles e explorar o mundo.

Dicas de Role Play: Murdor, como um bárbaro, possuí um vocabulário bastante limitado, logo seria legal se o jogador que irá jogar com ele não utilizasse palavras muito complicadas e até mesmo falasse errado. Além disso, Murdor é bastante orgulhoso, chegando a ser até arrogante as vezes, o quê pode causar alguns problemas para ele e seus aliados numa taverna... Séria legal se o jogador fizesse Murdor se gabar de si próprio e de seus feitos em todas as situações possíveis, além de menosprezar coisas feitas ou ditas por outras pessoas que ele considere inferiores a ele (quase todo mundo!).

Ficha de Personagem: Arquivo do Excel




Bem, espero que tenham gostado deste bárbaro minotauro. Afinal, nem todo minotauro é um vilão! Alguns podem ser heróis.

O próximo personagem provavelmente será o Elfo Bardo que dá nome a este blog, só estou esperando a ilustração dele ficar pronta para colocar o personagem aqui!

Até a próxima e cuidado com os caras maus!

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